21 de jan. de 2020

Descaso com a UVA | Teto de laboratório cai após as últimas chuvas



Mais um capítulo do descaso do governo do estado com a Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA. Nesta segunda-feira, 20, parte do teto de um dos laboratórios do campus Betânia desabou, quase atingindo os alunos que estudavam no local, segundo informações da professora Maria Luíza, do curso de biologia e diretora do SindiUVA. Segundo o presidente do SindiUVA, Marcel Cunha, as instalações não passam por reforma há muito tempo, apesar das constantes denúncias e solicitações, tanto dos servidores quanto dos estudantes.

 “A infestação de cupins por toda a estrutura é visível. Rachaduras nas salas, goteiras, instalações elétricas, ventiladores e aparelhos de ar condicionado com defeito, portas, cadeiras e demais peças do mobiliário danificadas, enfim, a situação de abandono da UVA é revoltante”, desabafa a professora Amélia André, da diretoria do SindiUVA, que alerta: “o forro de diversos prédios do campus Betânia está comprometido. Hoje, madeira podre quase caiu sobre os estudantes. Nos perguntamos até quando, por negligência, o governo do estado continuará pondo a vida dos estudantes em risco. Ninguém sabe o que pode acontecer nas próximas chuvas”.

A situação de degradação dos campi da UVA é uma das motivações do estado de greve aprovado pelos professores na última quinta-feira (16). Nesta segunda, já foi realizada atividade de esclarecimento e mobilização no auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS, da qual participaram estudantes e professores dos cursos de enfermagem e educação física e membros do corpo dirigente da instituição.



Estado de Greve: “Diferente da greve, que é um direito previsto no art. 9º. da Constituição Federal de 1988, regulamentado pela lei federal nº. 7.783/1989, o estado de greve é um momento de mobilização, construção de atividades em defesa de nossas universidades estaduais, dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. É um sinal de alerta para que o governo abra um canal de diálogo com as entidades para que seja evitada a situação de greve”, explica o vice-presidente do

SindiUVA, Joannes Forte. Além da UVA< UECE e URCA também estão em estado de greve. Via Sobral on line

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