15 de fev. de 2022

Morreu o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor, aos 81 anos, na madrugada desta terça-feira (15), em São Paulo.



Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central da cidade, desde o dia 17 de dezembro após sofrer um acidente vascular cerebral. Segundo a família, a causa da morte foram complicações do AVC. Arnaldo fez parte da geração do cinema novo e dirigiu sucessos como "Eu Te Amo", de 1981 e "Eu sei que vou te amar" (1986), indicado à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes. 

Tornou-se mais conhecido por seus comentários nos telejornais da TV Globo desde os anos 1990. CARREIRA DEDICADA ÀS ARTES E AO JORNALISMO Carioca nascido em 1940, filho de um oficial da Aeronáutica e de uma dona de casa, o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Ele dedicou a vida ao cinema, à literatura e ao jornalismo. Na telas, dirigiu sete longas, dois curtas e dois documentários.

 Nos anos 1990, Jabor se afastou do cinema e, a partir de 1991, passou a escrever crônicas para jornais e também a fazer comentários políticos em programas da TV Globo como "Jornal Nacional", "Bom Dia Brasil", "Jornal Hoje", "Fantástico", e de rádio na CBN. Também comandava desde os anos 2000 coluna no "Jornal da Globo", em que abordava temas como cinema, artes, sexualidade, política nacional e internacional, economia, amor, filosofia, preconceito.

O último comentário de Arnaldo Jabor na televisão foi no dia 18 de novembro de 2021, quando comentou sobre as suspeitas de interferência no Enem.

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